domingo, 31 de janeiro de 2010

NOSSO PLANETA

NUMERAIS




























VARIAS BRINCADEIRAS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL



1-O chinelo
Em círculo: no centro, dois participantes de quatro (apoio) e olhos vendados. Colocar em qualquer lugar desconhecido pelos participantes do centro, um chinelo ou tênis. Estes procuram até encontrar e aquele que o fizer primeiro, terá o direito de dar umas chineladas em seu companheiro.

2- Jogo da banana
Vendam-se os olhos de dois voluntários. Cada qual receberá uma banana descascada. Será vencedor, aquele que primeiro conseguir enfiar a banana na boca do adversário.

3- O Limão
Um saquinho de milho é um limão. Sentados em círculo, o professor com o limão na mão, inicia a passagem que deve acompanhar o ritmo do canto. O limão, entrou, na roda. Ele passa de mão em mão. Meu limão. Ele vai, ele vem (bis). Ele ainda não chegou. Ao dizer a última palavra, o participante que estiver com o limão na mão, é eliminado ficando no centro da roda batendo palmas no ritmo musical, e o jogo continua até que haja um vencedor.

4- O pintor cego
Participantes em fileiras, frente a um quadro negro,mãos atrás das costas. O professor colocará nas mãos de cada participante um objeto diferente, dando tempo suficiente para que ele possa identificar. Retirado o objeto da mão do participante, ele terá que desenhá-lo no quadro com a maior exatidão possível e em menor tempo.

5- Acertar a bola
Sentados formando um círculo; no centro, um dos participantes com os olhos fechados, segurando um bastão. Um escolhido de passe da bola atira-a ao solo, fazendo ruído. Caberá ao participante do centro, atirando-se pela queda da bola, localizá-la com o bastão ( que deverá sempre ser movimentado com a ponta junto ao solo). Quando acertá-la, escolherá outro companheiro.

6- Círculo de Giz
O animador desenha um círculo, a giz no chão. Este deverá conter todos os participantes. A seguir apaga-se as luzes da sala, ordenar que todos procurem entrar no círculo. Após, acende-se as luzes, quem se encontrar fora do círculo sai da brincadeira.

7- Concurso de nariz
Sentados em círculo, com os olhos vendados. O animador lhes fará cheirar 10 objetos. Por exemplo: flor, queijo, frutas, pimenta,etc... Será vencedor, aquele que souber identificar o maior número de objetos.

8- O cego e as Palmas
Todos os olhos vendados, menos um. Ao som das palmas, os cegos se orientam e procuram tocar o que bate as palmas. Aquele que o tocar, troca de lugar com ele.

9- O cachorro e o Osso
Participantes em círculo. Um deles sentados e com os olhos vendados no centro, terá perto de si, um objeto que significa o osso. Ao sinal do professor, um participante latirá e tentará indicar a direção em que se acha. Caso acerte, trocará de lugar com quem se aproximou, se errar permanecerá.

10- Quem atirou?
Sentados em círculo, um no centro, com a cabeça baixa. A bola de papel passa de mão em mão. Em determinado momento, um arremessará a bola na cabeça do que está no centro. Este, sem levantar a cabeça, indicará quem atirará quem atirou a bola. Se acertar, troca de lugar com ele, caso contrário permanecerá no local até que acerte.

11- Campeão pelo tato
Sentados nas carteiras, escolhe-se cinco participantes que vendarão os 0lhos e irão a frente do grupo. O professor fará passar as mãos dos cinco vendados, três objetos. Os que mais acertarem, irão escolher quem vai substituí-los.

12- Quem está com a bola?
Em círculo, um no centro com os olhos fechados. Ao sinal, aquele que tem a bola, passa-a a seus companheiros; a outro sinal , o que estiver com a bola, esconde-a atrás do corpo. O que está no centro, abre os olhos e procura adivinhar quem tem a bola. Se acertar troca de lugar com quem tinha a bola.

13- Passagem dos saquinhos
Seis saquinhos de milho. Sentados no chão em duas fileiras frente a frente. Na extrema direita de cada fileira, colocam-se os saquinhos empilhados. Ao sinal, a criança que está mais próxima dos saquinhos pega um por um, com a mão direita e entrega aos participantes do lado. Este fará o mesmo passando ao terceiro e assim por diante, até o fim da fileira, retornando ao ponto de origem. Vencerá a equipe que primeiro terminar a tarefa.

14- Cadeiras com Sapatos
Ao sinal, os participantes de olhos vendados, devem engatinhar procurando tênis ou sapatos( que foram espalhados anteriormente), e a medida que são achados. Vão sendo colocados nos pés das cadeiras. Será considerado vencedor quem colocar mais calçados nos pés.

15- Vozes dos animais
Em círculo, cada participante com um bastão. Um no centro de olhos vendados, sem o bastão. Ao sinal todos andam silenciosamente, mudando de posições. Ao novo sinal, param e estendem o bastão à frente, na direção do cego. Este, tateando, pega um bastão estendido e intima o dono a imitar um animal qualquer. Se for reconhecido pela voz, irá para o centro; caso contrário, o cego escolherá outro animal para imitar. Cada um tem direito a repetir 3 vezes.

16- Procurar o porco
O professor trará desenhado em uma cartolina um porco sem rabo. A seguir, um voluntário com os olhos vendados, munido com um recorte de papel em forma de rabo, tenta coloca-lo sem eu devido lugar. Os participantes acompanham a brincadeira com a torcida. Quem conseguir acertar, receberá uma prenda.

17- Cabra Cega
Olhos vedados o Cabra cega deverá pegar um dos participantes. Os participantes terão guizos nos tornozelos para chamar a atenção da cobra. O aluno que for pego será a cobra.

18- Quebrar o pote
Um participante observa onde está o pote e a seguir os seus olhos serão vendados. Com um bastão na mão, tenta quebrar o pote. Antes de iniciar, o animador fará o participante girar duas vezes sobre si. Terá três tentativas, caso não acerte o pote, prossegue a brincadeira com o outro participante.

19- Mãos de Cego
Em círculo com um participante no centro com os olhos vendados. Cantando os participantes se movimentam de um lado para o outro, ao passarem, a cega tocará em um participante, este terá que imitar um animal, para que o cego reconheça. Reconhecendo, o participante irá para o centro.

20- Guarda a porteira (bola rolada).
Sentados em círculo,mantendo a distância de um braço entre si. Um com a bola na mão, rolando vagarosamente a bola procurando fazê-la no espaço existente entre dois participantes da roda, a porteira. Estas tentam impedir, defendendo a sua direita. Quem deixar a bola passar perde um ponto, devendo recuperá-la e voltar ao seu lugar, pondo-a novamente em jogo. A vitória será de quem tiver menos pontos perdidos.

21- De que é?
Dispor sobre a mesa vários objetos de matérias diferentes (madeira, ferro, vidro, porcelana). Cobri-los com um tecido. Os participantes formam um círculo em volta da mesa, com lápis e papel na mão. A professora irá bater nesses materiais com uma régua. Os participantes deverão adivinhar quais são os tipos de objetos e escrevê-los no papel. Vence aquele que acertar mais.

22- A mensagem telefônica
Duas equipes. A professora fará uma mensagem no ouvido do primeiro participante de cada coluna. A mensagem é transmitida de ouvido a ouvido. O último participante de cada equipe dará publicamente a mensagem recebida. Vence a equipe que conseguiu chegar ao fim sem distorcer a mensagem.
Variação do jogo: Cada participante de cada coluna vai até a professora para receber sua mensagem e então volta para dizê-lo ao próximo, e assim, sucessivamente até o último da coluna que deverá escrever a mensagem. Será vencedora a equipe que entregar primeiro a sua mensagem.

23- O detetive de ouvido apurado.
Dispor em uma sala diferentes objetos sonoros como guizos, panelas, vidros, caneca, caixa metálica, pandeiros, caixa de madeira, etc..., de tal maneira que façam circuito. Os participantes permanecem na sala ao lado e prestam atenção. São os detetives. O animador fará o papel de um gatuno que se desloca na sala, seguindo um determinado itinerário; ao passar deverá bater nos objetos, nunca repetindo os sons. Os detetives entram depois na sala, repetindo os sons que ouviram. Vence o jogador que repetir o maior itinerário.

24- Escondido cantando
Os participantes sentados, um participante destacado, inicia o jogo escondendo um objeto que o participante procurará encontrá-lo guiado pelo centro dos participantes que entoarão mais alto ou mais baixo uma melodia a medida em que ele se aproxima ou afasta-se do local onde se encontra o objeto. O vitorioso será substituído. Essa é uma variação do jogo que tem pelo nome está quente ou frio.

25- Calçar a cadeira
Dois participantes com os olhos vendados, no centro de um círculo, procurarão calçar duas cadeiras com sapatos ou copos de papel que estão dentro do círculo.
Será vencedor, aquele que conseguir primeiro calçar os quatros pés de sua cadeira.

26- Onde está o relógio?
Os participantes, de apoio no chão (de quatro), olhos fechados, o professor coloca um relógio de corda no chão. Ao sinal dado, todos deslocam-se com o ouvido junto ao chão, para localizar o relógio, apenas pelo tic-tac, com o cuidado de não tocá-lo. Vence o primeiro que localizar o relógio.

27- O cego
Em círculo, um participante no centro, colocam-se seis a oito garrafas vazias, os participantes fará experiência antes de vendar seus olhos. Vendados os olhos, o voluntário executa a tarefa. Vencerá aquele que conseguir ultrapassar o percurso com o menor número de erros.

28- Estou vendo uma coisa
A vontade, ou sentados em círculo, o professor escolhe um objeto que esteja presente e diz: “estou vendo uma coisa vermelha”, cada participante deverá adivinhar qual objeto que tem a cor designada e a que conseguir, dirá o nome ao professor. Vencerá o primeiro que descobrir o que é.

29- Descobrir quem é
Um círculo grande com todos os participantes. Um deles, olhos vendados, vai passando dentro do círculo até encontrar um participante. Examina-o detalhadamente, tentando descobrir quem é. Ao descobrir, será retirada a venda e trocará de lugar com ele.

30- Tire igual a este
Sentados em seus lugares, cada participante segura um objeto diferente nas mãos. Um participante de olhos vendados coloca-se a frente dos demais. Dá-se um objeto ao participante de olhos vendados para que ele o segure por alguns instantes a fim de identificá-lo. Coloca-se este entre os demais. Retira a venda dos olhos e manda-se que ela retire o objeto que segurou nas mãos.
Variação da brincadeira (pode-se utilizar frutas no lugar dos objetos e no final da brincadeira, reparti-las e comê-las, aproveitando para trabalhar as frações e ou as cores e texturas, dependendo do grupo).

♥ para Crianças até 03 anos




(ADAPTAÇÃO) É TUDO NOVIDADE
Até ir para a creche, a criança tem um relacionamento social restrito à sua casa, com os seus pais ou responsáveis, e a alguns familiares. Ao freqüentar um novo ambiente, ela precisa de um período para se adaptar ao espaço, às pessoas e às novas relações que vão surgir. O sucesso desse processo depende do acolhimentoque a instituição oferece. Na escola, a mediação do educador é determinante, pois a ele compete introduzir o novato no grupo. O ideal é manter os cuidados específicos e individuais que a criançaestá acostumada a ter em casa. Por isso, é importante que um dos pais ou um responsável acompanhe os primeiros dias na creche: além de mostrar ao educador aspectos relevantesda rotina familiar, ele vai transmitir à criança segurança até que ela consiga ficar sozinha. Para a adaptação ser completa, é fundamental também o educador compartilhar com a família as experiências inéditas que os pequenos vivenciam na escola.



A MÚSICA DOS NOMES
IDADE: A partir de 4 meses.
TEMPO: 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou jardim.
OBJETIVOS: Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador. Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui ao Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.



HORA DA COLHEITA
IDADE: A partir de 3 anos.
TEMPO: Uma hora.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.
OBJETIVOS: Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.
PREPARAÇÃO: Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças.Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta. O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.



TEATRO DE BONECOS
IDADE: A partir de 1 ano e meio.
TEMPO: 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
MATERIAL: Fantoches ou dedoches.
OBJETIVO: Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens. Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como:- Quem trouxe você para a escola hoje?- Você tem amigos? Quem são?- Você já brincou no parque?- Você já tomou lanche?



MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
IDADE: A partir de 2 anos.
TEMPO: Uma hora.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
OBJETIVOS: Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares. Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar. Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário, guarde o desenho com as demais atividades
(AGRESSIVIDADE) LIBERANDO AS ENERGIAS
Mordidas, tapas, puxões de cabelo... Até os 3 anos de idade, é comum a criança expressar seus desejos e frustrações com atitudes que não são lá muito delicadas. Cabe ao adulto mostrar que há outras formas de se relacionar com o mundo. Oferecer às crianças um ambiente tranqüilo e acolhedor é o primeiro passo para diminuir a agressividade natural nessa fase: quanto maior o bem-estar, menor a necessidade de se expressar agressivamente.



CUIDADO COM A BONECA
IDADE: De 1 a 3 anos.
TEMPO: 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.
OBJETIVOS: Brincar de faz-de-conta durante o jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo.Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro –necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.



CHUVINHA DE PAPEL
IDADE: De 8 meses a 3 anos.
TEMPO: De 15 a 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL:Revistas e jornais velhos.
OBJETIVOS: Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas. Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.



PAPAI VEIO BRINCAR
IDADE: De 3 meses a 1 ano.
TEMPO: 30 minutos.
ESPAÇO: Sala ampla.
MATERIAL: Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.
OBJETIVO: Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.
PREPARAÇÃO: Decore o ambiente com os panos.Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.



JOGO DAS EXPRESSÕES
IDADE: De 2 a 3 anos.
TEMPO: 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
OBJETIVOS: Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
PREPARAÇÃO: Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.


CAMINHADA SOLIDÁRIA
IDADE: De 1 ano e meio a 3 anos.
TEMPO: De 5 a 10 minutos.
ESPAÇO: Áreas livres ou outros espaços.
OBJETIVOS: Desenvolver a idéia de grupo e a tolerância.Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.

(ARTES VISUAIS) GRANDES TALENTOS
Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto – experiência que já é estética. Oferecer diferentes materiais aos pequenos é uma maneira de ampliar a capacidade de expressão deles e o conhecimento que têm do mundo. A vivência artística da criança será mais rica se ela tiver acesso a tintas, pincéis, lápis e canetas.

PINTAR E DESPINTAR
IDADE: De 1 a 2 anos.
TEMPO: De 10 a 15 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Um vidro grosso (janela, porta de vidro ou outra superfície transparente, desde que bem fixa, para garantir segurança), tinta guache, rolinho, pincel, esponja ou as mãos.
OBJETIVOS: Explorar e reconhecer o corpo como produtor de marcas; perceber e reconhecer as características do vidro (transparência, dureza e frieza); e observar e perceber as transformações, movimentos, formas e cores por meio da luz que atravessa o vidro. Antes de começar a pintura, estimule as crianças a observar a superfície e suas características (lisa, fria, transparente...). Brinque de fazer caretas do outro lado do vidro, de pôr a mão atrás dele para a criança tentar pegar e de amassar o rosto contra ele. Depois, as crianças podem espalhar a tinta e observar que onde está pintado não há mais transparência. Proponha que elas pintem com o dedo e observem que a transparência volta por onde o dedo passa. Forme uma roda de conversa para retomar as experiências vividas no processo.



MARCA REGISTRADA
IDADE: De 1 a 2 anos.
TEMPO: De 5 a 10 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Cartolina ou outro tipo de papel e sagu no sabor morango ou uva.
OBJETIVOS: Explorar os materiais (sagu e papel); perceber a marca pessoal; construir a auto-imagem; ordenar formas; e relacionar sensações corporais e registro gráfico. Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas. Dê liberdade de movimentos aos pequenos, mesmo que não façam carimbos, mas pinturas livres (foto na pág. ao lado). Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, que pode ser feita com as crianças que já andam. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.


RASGUE E COLE
IDADE: De 7 meses a 3 anos.
TEMPO:De 10 a 20 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Papel Kraft grande, cola de farinha, revistas e papéis variados (forminha de brigadeiro, embalagem de bala de coco, figurinhas etc.).
OBJETIVO: Perceber diferentes formas, cores e estruturas tridimensionais.
PREPARAÇÃO: Faça a cola: misture em uma panela 1 litro de água, 3 colheres de sopa de farinha de trigo e 1 colher de vinagre. Mexa até engrossar e deixe esfriar. Dê às crianças diversas revistas para recortarem sem tesoura. Coloque sobre a mesa uma folha de papel Kraft já pincelada com cola de farinha em toda a área. Deixe à disposição das crianças os vários tipos de papel e recortes de revistas para que elas colem no papel Kraft. Vale sobrepor imagens. Ao final, pode-se fazer um painel coletivo e expor o trabalho.
UM PINCEL MUITOS PAPÉIS
IDADE: De 2 a 3 anos.
TEMPO: De 15 a 30 minutos.
ESPAÇO: Sala de atividades.
MATERIAL: Lápis de cor, giz de cera grande ou pincel grosso e vários tipos de suporte, como papel espelho, cartolina, papel cartão de cores diferentes, papel enrugado, papéis com recortes inusitados (com um furo no meio, por exemplo) ou, ainda, madeira, argila etc.
OBJETIVOS: Experimentar diferentes suportes gráficos; explorar várias possibilidades de registro gráfico; perceber diversas formas de expressão; e desenvolver habilidades motoras (dependendo do material, o ato de desenhar exige mais ou menos força, delicadeza para não rasgar etc.). Com um mesmo pincel, lápis de cor ou giz de cera, as crianças desenham sobre papéis de diferentes cores, formas, tamanhos e texturas (e até sobre outros tipos de materiais, como a madeira). Elas vão perceber diferentes efeitos ou tonalidades de um lápis, por exemplo, quando usado sobre superfícies diversas.
PRODUZIDOS PARA O BAILE
IDADE: A partir de 2 anos.
TEMPO: 40 minutos.
ESPAÇO: Sala ampla.
MATERIAL: Espelho de corpo inteiro, aparelho de som, tecidos, fantasias e maquiagem (testada dermatologicamente, antialérgica e sem álcool).
OBJETIVO: Favorecer a construção da identidade com o uso do espelho.Leve as crianças para uma sala que tenha um ou vários espelhos grandes para que todas consigam se ver ao mesmo tempo. Deixe as fantasias e os tecidos à disposição delas. Comece a atividade avisando que vai haver um grande baile e, por isso, elas precisam colocar uma roupa especial e se maquiar. Faça você a pintura no rosto das crianças ou peça ajuda a outro educador. Quando a turma estiver pronta, coloque músicas animadas e comece o baile. Depois que as crianças dançarem livremente, conduza a atividade sugerindo que façam caretas em frente do espelho, dobrem os joelhos, levantem os braços, expressem tristeza,balancem a cabeça e movimentem os tecidos que seguram. Sugestão: maquie-se e fantasie-se você também para curtir junto.
Postado por Criando e Copiando Sempre

Sugestão: Conteúdo Programático do Jardim II - 05 anos




1º Bimestre
Aspecto Cognitivo
• Conhecimento Físico
• tamanho,
• forma,
• Espessura,
• Comprimento,
• Cor: primária
• Percepção Auditiva
• sons: vocais / não vocais;
• Construção do número:
• Numeral 1;
• Conjunto unitário;
• Numeral 2;
• Numeral 3;
• Numeral 4;
• Numeral 5
Aspecto Social
• Interação com os pares;
• Construção de regras e valores
• Conhecimento Social
• Eu;
• Família,
• Casa;
• Cômodos da casa;
• Escola,
• Leitura incidental;
• Recreação e jogos;
• Escrita
Aspecto Perceptivo-motor
• Coordenação voluntária dos grandes músculos;
• Coordenação motora grossa.
• Coordenação voluntária dos pequenos músculos.
• Discriminação viso-motora;
• Esquema corporal;
• Recorte, colagem, pintura;
• Ligadura de pontos;
• Movimentos no ar
Aspecto Afetivo
• Expressão musical;
• Expressão plástica;
• Curiosidade;
• Motivaçâo



2º Bimestre
Aspecto Cognitivo
• Conhecimento físico:
• posição;
• altura;
• massa,
• quantidade;
• linhas,
• conjuntos;
• distância;
• cor secundária;
• Percepção Auditiva
• Sons vocais/ sons não vocais;
• Sons e sílabas
• Construção do número
• Numeral 6;
• Numeral 7;
• Numeral 8;
• Conjunto vazio;
• Correspondência
• Relação
• Conhecimento Físico sobre a água
• A água;
• A natureza;
• Seres vivos;
• Seres não-vivos
Aspecto Social
• Interação com os pares;
• Interação com os adultos;
• Construção de regras e valores;
• Autonomia;
• Meios de transportes;
• O trânsito;
• Enriquecimento do vocabulário;
• Recreação;
• Pensamento lógico;
• Escrita
Aspecto Perceptivo-motor
• Coordenação motora grossa;
• Discriminação motora- fina;
• Esquema corporal;
• Recorte, colagem e pintura;
• Ligadura de pontos;
• Percepção espaço-motora
Aspecto Afetivo
• Expressão musical;
• Expressão plástica;
• Expressão corporal;
• Curiosidade;
• Motivação


3º Bimestre
Aspecto Cognitivo:
• Numeral 10;
• Numeral 11;
• Numeral 12;
• Numeral 13;
• Numeral 14;
• Numeral 15
• Idéia auditiva;
• Sons de palavras
• Sons e sílabas;
• Dia e noite;
• O tempo;
• As plantas
Aspecto Social
• Autonomia;
• Meios de Comunicação;
• Enriquecimento do vocabulário;
• Poesia,
• Leitura incidental
• Recreação
• Pensamento lógico;
• Escrita
Aspecto Perceptivo - motor
• Coordenação motora grossa;
• Discriminação viso-motora
• Coordenação motora fina;
• Esquema corporal;
• Abotoar, desabotoar, acolchetar, afivelar, amarrar;
• Recorte, colagem, dobradura, pintura;
• Ligadura de pontos;
• Movimentos no ar;
• Percepção espaço-motora
Aspecto Afetivo
• Expressão musical;
• Expressão plástica;
• Expressão corporal;
• Curiosidade;
• Motivação
4º bimestre
Aspecto cognitivo
• Numeral 16;
• Numeral 17;
• Numeral 18;
• Numeral 19;
• Numeral 20;
• Sons vocais / não vocais;
• Sons de palavras;
• Sons e sílabas;
• Animais;
• O corpo humano;
• Os sentidos;
• Hábitos de higiene;
• Fração;
• Idéia aditiva;
• Idéia subtrativa
Aspecto Social
• Autonomia,
• Comunidade;
• Entrevista;
• Poesia;
• Leitura incidental;
• Recreação;
• Pensamento lógico;
• Escrita
Aspecto perceptivo-motor
• Discriminação viso-motora;
• Coordenação motor fina;
• Esquema corporal;
• Abotoar, desabotoar e amarrar;
• Recorte, colagem, dobradura, pintura;
• Ligadura de pontos;
• Movimentos no ar;
• Percepção espaço motora
Aspecto afetivo
• Expressão musical;
• Expressão plástica;
• Expressão corporal;
• Curiosidade;
• Motivação

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

HISTÓRIAS INFANTIS


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Livro A Viagem Da Sementinha







Galinha Ruiva




































O Peixe e a Concha - uma linda história de Verão..


Bem no fundo de um lago nadava um peixinho entre as algas.Frequentemente se demorava muito num mesmo lugar, e abanava vagarosamente suas barbatanas. Bem próximo a ele arrastava-se lentamente uma concha sobre o chão arenoso. Através da turva luz parecia ser uma pedra que ali estava. O peixinho agitou sua cauda , observou a dura concha por todos os lados, e não compreendia como uma pedra podia passear pois não havia percebido ainda os pequenos pezinhos na parte de baixo da concha, onde se distinguia uma aberturazinha. E assim a concha continuava se arrastando... De repente o peixinho percebeu uma pequena fresta, e nadando para lá, procurou enxergar lá dentro. Mas...a abertura fechou-se !
-"Ah ! - pensou o peixinho - lá dentro mora alguém que certamente tem medo de mim ! Vou chamá-lo !"
Nadou em torno de toda a concha e disse : " Ei ! você aí de dentro...saia ! Eu não te mordo , não !"
A concha murmurou bem baixinho : " Por que devo sair ? Aqui me agrada muito mais ...!"
-"Saia assim mesmo ! Eu desejo olhar a tua bela nadadeira !"
-"Eu não tenho nenhuma nadadeira ...!" murmurou a concha.
Mas o peixinho não dava sossego, tinha uma vontade enorme de descerrar a concha. Então falou : -"Saia para fora você poderá se alegrar com minhas escamas cintilantes...!"
-" Eu nem siquer tenho olhos...", respondeu a concha.
Irritado o peixinho nadou em volta dela e falou : -" No quê devo acreditar ? Você não tem cauda, nem escamas,nem olhos...Tem apenas ambas as cascas cheias de pele ?"
-" Eu, tenho o sonho aquático..." falou baixino a concha. E este não troco nem por suas escamas , e nem pela sua cauda...!"
-"Oh! Então conte-me ", pediu o peixinho.
A concha disse: -" Contar eu não posso. Cada dia eu pinto o sonho nas paredes da minha casca. Por isto eu quero lhe mostrar algo...mas depois, deixe-me em paz !"

Cuidadosamente a concha abriu a sua fresta e o peixinho viu em seu interior estranhas cores brilharem : vermelho, azul, verde, violeta...era um oculto brilho cintilante.
-"Oh...! É como o arco-íris nas cachoeiras...!" disse ele.
Mas a concha fechou-se novamente tão silenciosamente quanto abriu...
Em seguida ela deitou-se bem a seu lado e lá permaneceu sem se movimentar.

O peixinho, bem próximo, sentia como entrava e saia água da concha..."o sonho aquático !"...
Ainda por algum tempo ele ficou perto da concha, que externamente parecia arenosa e cinzenta, mas que interiormente escondia o mais belo milagre que já se viu.
( Jacob Streit - Coletânea Waldorf)






O Jardim

Era uma vez um jardim.
Não era um jardim qualquer.
Era um jardim diferente.
Nele ao invés de flores, nasciam letrinhas. Muitas letrinhas.
Todas muito vivas e alegres. Todas, não. Nem todas...
Haviam um grupo de letrinhas que estavam muito tristes. Elas passavam o tempo todo num cantinho do jardim de cabeça baixa e com muita vergonha de olhar os amigos.
Essas três letrinhas não conversavam entre si e nem com as outras letras.
Foi então que a letra A, muito faceira, rebolando-se toda, foi até elas e sem perda de tempo, perguntou:
_Porque essa tristeza, vocês não são felizes?
O B se aproximou e disse:
_Isso mesmo. Porque tanta tristeza?
O C que ouviu tudo respondeu:
_Acho que eles não querem ser nossos amigos...
Foi então que o D se aproximou junto com o E, e disse:
_Deixa eles. Se não querem conversar, vamos respeitar.
_É, disse o E. Vamos então pular com o G.
O G de mãos dadas com o H foi logo dizendo:
_Eu, por mim, não me importo. Somos muito felizes, não é H?
O J foi logo se justificando:
_Eu poderia estar aqui de mãos dadas com o I, mas ele está lá, muito triste e ninguém sabe o porque.
O K e o L, também não sabiam o porque do seu amigo M não querer brincar com eles e só balançaram a cabeça desconsolados.
O N, o O e o P se atreveram a perguntar:
_Vamos amigos, falem.
_Digam por que...
_ É, digam o por que dessa tristeza.
O Q só se aproximou e disse:
_ Que coisa... Que coisa!
O R e o S, disseram em conjunto:
_ Sorriam. Vocês estão sendo filmados.
A brincadeira não deu certo. As três letrinhas ficaram ainda mais tristes.
O T, indignado falou:
Basta, gente. Vamos respeitar nossos amigos, eles não querem falar.
O U e o V, que eram bastante parecidos, chegaram pulando com as duas pernas para cima. Eles eram malabaristas e gostavam disso.
_ Vamos, amigos! Conte-nos qual o motivo de tanta tristeza?
E olhando para o X, o Y e o Z, foi logo chamando:
_ Venham, amigos. Quem sabe eles falam o que está acontecendo, quando estivermos todos reunidos.
Foi ai que ouviram uma voz muito baixa que dizia:
_Esperem por mim. Esperem por mim. Era o W.
_Iam esquecendo de mim?
Todos olharam, mas ninguém escutou mais nada pois o F começou a chorar.
_ Calma, amigo. Calma. Não chore, nos conte apenas o que está acontecendo. Faou o A.
O M apenas balançou a cabeça e o I muito magrinho e quase sem forças começou a falar:
_O F acha que nós três juntos formamos uma palavra muito triste, portanto não podemos ser alegres.
Que bobagem, gritou o A. Que palavra é essa, afinal?
_ É a palavra FIM, disse o M.
Foi então que o F, secando suas lágrimas com um lencinho muito pequeno, disse:
_ Pois é amigos. Que palavra triste é essa. Não tenho nem coragem de repetir.
_ Que bobagem, disse o B.
_ Não é, não. Disse o F. Ouçam só . E fez uma lista: Fim de namoro. Fim de carnaval. Fim de ano. Fim do mundo... Tudo acaba com a palavra FIM.
O A que era sempre muito alegre e que vivia tirando experiências positivas de tudo, foi logo dizendo:
Meu amigo F, você está enganado. A palavra FIM pode ser tão alegre, quanto qualquer outra, ou até mais. Escuta. E foi fazendo sua lista: Fim da doença. Fim da prova. Fim da fome. Fim da miséria. Fim dos roubos. Fim do Inverno (para quem não gosta). Fim das guerras...
Foi então que o F, olhou para o I e para o M e repetiu pausadamente:
_ Fim...das...Guerras! Que bonito isso!
Acho que formamos um belo trio. Gostei.
O F deu a mão aos amigos e começou a gritar:
_ Fim das guerras. Fim das guerras.
O A novamente falou:
_ Que bom que tudo acabou bem. Na sua tristeza, o F nem percebeu que é ele que começa uma das palavras mais bonitas da nossa língua.
_ Qual, disse o Q?
O A, muito sorridente, respondeu:
_FELICIDADE.


COMO CONTAR A HISTÓRIA
Coloque os alunos ao teu redor, num carpete, tapete ou lençol. Na sua frente, um jardim de isopor pintado de verde com capim de papel crepom. Pode enfeitar com pedrinhas de isopor pintadas de marrom ou pedrinhas reais.
As letras podem ser de E.V.A ou papel grosso (caixinhas) em formato de flor ou apenas no formato da própria letra coladas em palitos de picolé, de churrasco ou de garrafas PET (verdes) cortadas ao comprido.
Vá contando a história e vá fincando as letrinhas no jardim (isopor).
Depois as crianças podem levar as letrinhas para casa como lembrancinhas do dia da alfabetização.
Crie outras atividades com as letras

- formação dos nomes dos alunos.




FONTE: Prazer de ensinar





HISTORINHA DAS VOGAIS

Quando nasce uma família
Andava pela floresta uma letrinha muito triste porque não tinha com quem brincar, ela se chamava A (todos repetem AAAAAAAAA)
De repente ela encontrou um lápis pulando, pulando e desenhando muitos animais, parecia mágica: ele dava um pulo e aparecia uma joaninha, se arrastava pelo chão e vejam uma cobra.
Então como ela era muito esperta teve uma idéia:
- Seu lápis, seu lápis, será que o senhor não pode desenhar um amigo pra mim.
Assim não vou ficar tão sozinha.
- Claro menininha A eu vou desenhar sim.
De um salto deu uma estrelinha e vejam desenhou a letra E (eeeeeeeeeee)
E os dois saíram de mãos dadas brincando de cerecece, até enjoarem.
- E agora enjoei de brincar só de cerececê, será que o lápis não faz mais um amiguinho pra nós?
E começaram a gritar porque o lápis já estava chegando á avenida
- Seu lápis, seu lápis espera aí a gente cansou de brincar de cerececê, desenha mais um amiguinho, vai seu lápis.
E o lápis que estava louco para ir embora respondeu:
- tá bom, tá bom
E desenhou a letra I (iiiiiiiiiiiiiiiiiiiii) e eles ficaram maravilhados brincaram de esconde- esconde, pega-pega. Foi quando a letra E disse:
- caramba e o futebol, eu adoro brincar de futebol...
E adivinhem o que eles fizeram: isso mesmo saíram os três atrás do lápis que já estava quase subindo no ônibus
- espera aí, espera aí, seu lápis volta aqui, por favor
E o lápis voltou correndo pra ver o que tinha acontecido, correu ou melhor pulou que nem doido:
- pode falar o que houve agora ufa, ufa
- é que a gente não consegue brincar de futebol
- ha, já sei vocês querem mais amiguinhos, acertei?
- é isso, é isso, vai seu lápis a gente promete que não pertuba mais.
- tá bom, eu vou desenhar a letrinha O (ooooooooooo) e vou desenhar também a letrinha
U (uuuuuuuuuu) pra vocês se divertirem a vontade, porque ainda tenho muito que escrever e desenhar por aí, não posso mais ficar aqui.
Então o lápis saiu pulando, rodopiando subiu no ônibus e gritou:
Façam um gooool pra mim....
Assim nasceu a família das vogais (vamos lembrar?)

A - E - I - O - U

Obs. O interessante é que conforme formos narrando a história, desenharmos na lousa os personagens na ordem que vão aparecendo, os bichos, o ônibus o lápis pulando pra cá e pra lá, balões de fala dos personagens.
Claro cada professora tem seu próprio ritmo, portanto podemos fazer uma história em quadrinhos na lousa (conforme formos narrando) ou apenas desenhando as letras personificadas...
Autora: Vera Pontes


Era uma vez um vô e uma vó. Um dia o vô acordou e disse:




- Vá, minha velha, e faça um bolinho gostoso pra gente comer.

A Velha pegou dois punhados de farinha, recheou a massa com creme de leite,formou um




bolinho redondinho e pôs fogo pra assar.
O bolinho ficou dourado e cheiroso, e a vó o colocou na janela pra esfriar.


No começo o bolinho ficou lá, bem quieto.
Mas logo cansou de estar parado e começou a rolar.



Rolou da janela pra cadeira, da cadeira pro assoalho, do assoalho pra porta, e foi rolando pela porta afora até cair no quintal.



E foi rolando e rolando, do quintal pra porteira e da porteira pra fora, atéchegar na estrada. E lá se foi o bolinho rolando pela estrada, até que encontrou uma lebre.
- Bolinho, Bolinho, eu vou papar você - disse a lebre.



- Não me pape não, dona lebre - disse o Bolinho.
- Deixe eu cantar uma canção pra você:
"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
Nem você, dona Lebre,
Vai me pegar!"


E saiu rolando, antes que a Lebre pudesse piscar um olho.
Rola que rola, até que encontrou um Lobo.


- Bolinho, Bolinho, eu vou papar você - disse o Lobo.
- Não me pape não, deixe eu cantar uma canção pra você:



"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
A Lebre não me pegou,
Nem você, Lobo bobo,
Vai me pegar!"

E saiu rolando, antes que o Lobo pudesse piscar um olho. Rola que rola, até que encontrou uma Raposa.
- Bolinho, Bolinho, pra onde vai rolando? - perguntou a Raposa.
- Pela estrada afora, como você está vendo.
- Bolinho, Bolinho, cante-me uma canção - pediu a Raposa. E o Bolinho cantou:

"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
A Lebre não me pegou,
O Lobo não me pegou,
Nem você, dona Raposinha,
Vai me pegar!"
E a Raposa disse então:
- Que bela canção, Bolinho!


Pena que eu sou dura de ouvido, não escuto muito bem. Lindo Bolinho, pula no meu focinho, fica mais pertinho, pra ouvir você direitinho!
O Bolinho pulou no focinho da Raposa, e a Raposa, nhoc!, papou o Bolinho!!!!





Para trabalhar essa história é preciso fazer uma super dobradura!!!



-Eu sou o sapo bocarrão e como moscas!-disse o sapo bocarrão espichando a língua comprida e grudenta.
E lá se foi o sapo dando seus pulinhos. De repente ele deu de cara com um passarinho azul
-Eu sou o sapo bocarrão e como moscas! Disse o sapo bocarrão
-E você, passarinho, come o quê?
-Como minhocas torcidas, como lesmas...-respondeu ele, fechando o bico pontudo num estalo.
Em seguida o sapo bocarrão encontrou um rato castanho peludo.
-Eu sou o sapo bocarrão e como moscas! Disse o sapo bocarrão
-E você, amigo rato, come o quê?
-Como sementes crocantes, frutinhas com muito suco! - disse o rato, balançando os bigodes.
O sapo bocarrão ainda estava pegando moscas quando apareceu um enorme crocodilo verde.
-Eu sou o sapo bocarrão e como moscas! - disse o sapo bocarrão.
-E você, crocodilo, come o quê?
-Como sapos gostosos de boca bem grande - respondeu o crocodilo, mostrando os dentes brancos pontudos.
O sapo bocarrão parou de pegar moscas e arregalou os olhos. Depois fez um biquinho e encheu a boca o mais que pôde.
-Ahhhh! Uma coisa tão difícil de encontrar, não é mesmo? - disse ele, e pulou no lago fazendo...
Splash!